Startup focada em criadores de conteúdo capta US$ 1,4 milhão em primeira rodada de investimento

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O CEO e fundador da Lastlink Michel Ank

Em pouco menos de um ano desde sua fundação, a startup Lastlink, que oferece uma plataforma para criadores de conteúdo gerenciarem as assinaturas de grupos fechados no Instagram, Telegram e WhatsApp, já se prepara para acelerar o ritmo de crescimento. A empresa de Belo Horizonte (MG) anunciou a captação de US$ 1,4 milhão (R$ 7 milhões) em sua primeira rodada de investimento, liderada pelo fundo Canary. A Graph Ventures e investidores-anjo, como o CEO do Méliuz, Israel Salmen, o CEO da SambaTech, Gustavo Caetano, e a vice-presidente de marketing da MadeiraMadeira, Marcela Rezende, também participaram do aporte.

Criada e desenvolvida pelo empreendedor Michel Ank, a Lastlink começou a operar em agosto do ano passado com a proposta de oferecer uma ferramenta para facilitar o  trabalho dos criadores de conteúdo. A solução permite que o influenciador crie uma página para centralizar os pagamentos e conectar suas redes sociais – como as contas do Instagram, Telegram e WhatsApp – para, assim, automatizar o fluxo de entradas e saídas desses canais, onde são publicados textos, vídeos e áudios exclusivos, além de ser um ponto de contato mais próximo.

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A plataforma da Lastlink já atraiu mais de 2.100 criadores de conteúdo, como professores, instrutores de educação física, médicos, advogados e modelos. Ao todo, os perfis inscritos na solução da startup gerenciam mais de 550 mil membros em conjunto. Com o aporte, a companhia quer atrair mais influenciadores e, para isso, vai utilizar parte dos recursos para reforçar sua tecnologia e realizar mais contratações. “Nós percebemos que poderíamos agregar mais valor ainda para os nossos usuários caso focássemos no desenvolvimento de novos produtos, e isso requer mais pessoas”, afirma Ank.

Uma das apostas do executivo é a de incluir novas redes sociais na plataforma. A integração com o WhatsApp, por exemplo, foi desenvolvida recentemente e está disponível apenas para alguns usuários. A startup, porém, quer ir além das redes sociais para a gestão de grupos fechados. “O objetivo é desenvolver novas ferramentas dentro da nossa plataforma”, afirma o CEO. “A partir de julho, os nossos usuários já poderão subir vídeos exclusivos para seus assinantes, e temos planos de, em breve, desenvolver uma solução para a transmissão de lives.”

Com relação às contratações, a startup quer dobrar o time até o final deste ano. O foco, conta Ank, será em profissionais de tecnologia, desenvolvimento de produto, vendas, marketing e sucesso do cliente. A perspectiva é de que a Lastlink chegue até 70 colaboradores em dezembro deste ano. “A gente quer mostrar para o criador de conteúdo que é, sim, possível viver de sua paixão ou hobby”, diz o CEO. “A tecnologia não é o único meio para isso, mas é muito importante.”

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