As novidades em hotéis localizados em aeroportos

Propriedades deixam para trás a mesmice desse tipo de estabelecimento e imprimem sagacidade ao mercado

Redação
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Os hotéis localizados em aeroportos raramente pensam fora da caixa de vidro onde estão abrigados, servindo como hospedagem para passageiros que perderam o voo ou que precisam estar no aeroporto muito cedo. Esses estabelecimentos, que normalmente passam uma sensação deprimente dos anos 1980, têm um público cativo, mas dificilmente valem o dinheiro gasto.

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Ainda assim, umas poucas e corajosas novidades se juntaram a esses hotéis de cunho corporativo, e estão trazendo inteligência e sagacidade para o mercado.

Veja, na galeria de fotos a seguir, os melhores – e mais novos – hotéis de aeroporto do mundo:

  • Reprodução/FORBES

    Quando o CitizenM foi inaugurado no Aeroporto Schiphol, em Amsterdã, em 2008, causou uma verdadeira ruptura com o passado. O local é decorado com obras de arte, oferece livros aos hóspedes e, o melhor de tudo, possui restaurante e bar abertos 24 horas. Os quartos tendem a ser padrão, já que a empresa dedica mais tempo e esforço às áreas comuns. O mesmo acontece com a franquia no Aeroporto de Paris Charles de Gaulle – claro, iluminado e com boas peças de design. Um dos lados do prédio é dominado por uma obra de arte de Julian Opie.

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    O Bloc, no Gatwick Airport, em Londres, pegou o conceito de caixa e se aproveitou dele. O hotel conta com o essencial: os quartos são pequenos e não têm restaurante. Mas tem sido bem-sucedido. Há uma franquia em Birmingham, também em aeroporto, e outros dois destinos estão planejados para os próximos dois anos.

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    Na Nova Zelândia, o Naumi, com 193 quartos no Aeroporto de Auckland, foi inaugurado em fevereiro deste ano e tem um apelo milenar. O hotel conta com pátios privados, varandas, dez pontos de energia por quarto, piscina exterior, jardim particular, restaurante, bar e uma academia completa. A Ásia tem um histórico de adicionar piscinas em hotéis de aeroporto, sendo os mais notáveis o Regal, em Hong Kong, e o Crowne Plaza, em Singapura.

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    Existem muitos hotéis que, apesar de não serem revolucionários, são significativamente melhores do que a média. O Sofitel, no Aeroporto de Londres Heathrow, é a principal escolha dos viajantes, enquanto o Fairmount, no Aeroporto de Vancouver, ganha prêmios regularmente. Rico em toques dos países localizados às margens do Pacífico, o último inclui piscina e spa, mas, em vez de tentar escapar do aeroporto, aproveita-se dele: o bar permite que os hóspedes bebam enquanto assistem à decolagem dos aviões.

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    Como sempre no mundo do turismo, a Escandinávia tem a melhor alternativa. Se você quer se sentir parte do mundo da aviação, o Jumbo Stay, no Aeroporto de Estocolmo Arlanda, tem duas camas na cabine de voo de um avião e mais 76 camas em 33 quartos, todas instaladas dentro de uma desativada aeronave Boeing 747 de 1976. Além da cabine, o hotel está fortemente direcionado aos hóspedes de hostel, com muitos dormitórios. A propriedade inclui uma lanchonete e um serviço de transfer que leva os passageiros para o aeroporto em cinco minutos.

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    Em 2019, o TWA Hotel pretende inaugurar no prédio projetado por Eero Saarinen, em 1962, que o arquiteto Robert AM Stern descreveu como a Grande Estação Central da era do jato, período importante na história da aviação. Os 505 quartos no John F. Kennedy International Airport, em Nova York, terão vista para a pista de decolagem. O hotel abrigará oito restaurantes e bares, um museu sobre o TWA e design do meio do século, e um deque de observação na cobertura com piscina e um estúdio fitness de 3 mil m² – características que estavam longe da imaginação dos designers de hotéis de aeroporto do século 20.

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Quando o CitizenM foi inaugurado no Aeroporto Schiphol, em Amsterdã, em 2008, causou uma verdadeira ruptura com o passado. O local é decorado com obras de arte, oferece livros aos hóspedes e, o melhor de tudo, possui restaurante e bar abertos 24 horas. Os quartos tendem a ser padrão, já que a empresa dedica mais tempo e esforço às áreas comuns. O mesmo acontece com a franquia no Aeroporto de Paris Charles de Gaulle – claro, iluminado e com boas peças de design. Um dos lados do prédio é dominado por uma obra de arte de Julian Opie.

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