Anvisa suspende análise de uso emergencial da Covaxin por falta de documentos

NurPhoto/Colaborador/Getty Images
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O pedido de uso emergencial da Covaxin havia ocorrido em meio às investigações da CPI da Covid no Senado sobre o contrato da vacina indiana

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) suspendeu hoje (30) o prazo para concluir a análise do pedido de uso emergencial da vacina indiana contra a Covid-19 Covaxin por falta de documentos obrigatórios e essenciais para a avaliação da eficácia e da segurança do imunizante, informou o órgão regulador.

A Anvisa disse em nota oficial que notificou a Precisa Medicamentos, autora do pedido, para que as informações pendentes sejam providenciadas em caráter de urgência.

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A agência citou uma série de documentos ausentes, incluindo relatório de estudos pré-clínicos de segurança e imunogenicidade e diversos dados de eficácia e de segurança.

O pedido de uso do imunizante foi apresentado ontem (29) em meio às investigações da CPI da Covid no Senado e de demais órgãos de controle sobre suspeitas de irregularidades envolvendo as tratativas com o governo federal para compra da Covaxin. No mesmo dia, o contrato foi suspenso pelo Ministério da Saúde para investigação das suspeitas.

Essas suspeitas levaram o presidente Jair Bolsonaro para o centro do debate na CPI. Ele teria sido informado das alegadas irregularidades, conforme depoimento do deputado Luís Miranda (DEM-DF) e do irmão dele, o servidor do Ministério da Saúde Luís Ricardo Miranda, à CPI na semana passada. (Com Reuters)

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