Rooftops e Nova York são coisas que caminham quase lado a lado. Entra temporada e sai temporada e sempre aparece uma novidade, dando início a dúvida de sempre: qual é o mais badalado?!
Modismos a parte, existe um lugar que sobrevive aos quentes verões e aos gélidos invernos de NY desde 1934 e que merece uma visita – e quem sabe uma dança cheek-to-cheek.
O Rainbow Room, histórico patrimônio nova-iorquino no topo do Rockefeller Plaza no Rockefeller Center, reabriu ao público no começo de outubro de 2014, depois de cinco anos fechado. Eu estive lá recentemente, numa dessas minhas muitas – graças a Deus – idas à cidade que na minha, humilde opinião, é a melhor do mundo. Não foi a primeira que vez que eu visitava o Rainbow Room, mas já fazia uns 20 anos que eu não subia num dos mais icônicos endereços da cidade e confesso… foi uma viagem ao passado.
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Por favor não confundam volta ao passado com um ambiente velho… são duas coisas bem distintas e de velho ali não tem nada. Atualmente, o luxuoso salão, pelo qual já passaram estrelas como Elizabeth Taylor e Al Pacino, é uma combinação de restaurante e espaço para eventos. O Rainbow Room abre aos domingos para o conhecido brunch, em noites selecionadas e na maioria dos feriados para jantares especiais. A equipe culinária, liderada pelo experiente chef-executivo Jonathan Wright, elaborou um menu com o melhor da clássica cozinha norte-americana, com foco em ingredientes sazonais.
Destino privilegiado para quem procura noites inesquecíveis, ir até o RR é um programa que foge do lugar comum e oferece uma experiência única e pouco usual para nós, “modernosos” de 2015, quase 16. Subir ao 65o andar do famoso 30 Rock, chegar no salão principal e se deparar com aquele enorme candelabro de cristal sob uma redoma pintada com folhas de ouro legítmo, uma pista de dança giratória com piso de madeira decorada e cortinas feitas com cristais – verdadeiros também. Ao fundo do salão uma big band digna dos shows do saudoso Old Blue Eyes, também conhecido como Frank Sinatra. Durante o jantar, a pista de dança se enche de casais das mais variadas idades e estilos… o Dress code é rígido e exige que homens usem, no mínimo, um blazer e nada de tênis esportivos.
Para o brunch de domingo, o chef Wright tranforma o imponente salão de dança em um elegante espaço culinário. Entre as opções de comida há sushi, pães caseiros frescos e uma estação de carnes, entre outras delícias.
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A poucos passos do salão, há o SixtyFive, o cocktail lounge mais exclusivo de Manhattan. O bar, que ostenta uma das mais belas vistas da cidade, é o local perfeito para apreciar drinks clássicos, como o 1915 Gin & Tonic ou o Vesper 65.
O Rainbow Room é um destino privilegiado para quem procura noites inesquecíveis. Os clientes podem desfrutar de uma variedade de entretenimento incomparável, com atrações de nível internacional.
Veja na galeria de fotos mais detalhes do salão e do SixtyFive: