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Forbes Life

4 fragrâncias que são a nova sensação entre os homens

Perfumarias menos renomadas estão conquistando os olfatos masculinos

4 min

Se olharmos para a história das fragrâncias, descobriremos que a primeira química e perfumista do mundo foi Tapputi, na Mesopotâmia. Seu trabalho foi registrado na escrita cuneiforme no segundo milênio a.C. Ela destilou flores, óleo e cálamo com outros aromáticos como cyperus e mirra, depois adicionou água e filtrou várias vezes. Começava ali uma nova era.

SAIBA MAIS: 9 dos melhores perfumes masculinos de 2018

Na mesma época, foi creditado aos egípcios as origens da fragrância. A civilização foi a primeira a criar vidro, portanto, logicamente, foi a primeira a armazenar perfumes em garrafas. Os egípcios usavam as fragrâncias para cerimônias e enterros, mas a elite estendeu sua aplicação para seu estilo de vida cheio de glamour. No começo, as fragrâncias eram feitas de mirra, incenso, lírio e rosa. A partir de então, a prática pegou e o desenvolvimento foi adotado pelos persas. Logo depois, os antigos gregos e romanos fizeram da perfumaria uma prática. De fato, a palavra “perfume” deriva do latim e significa “através da fumaça”.

Avançando para 2004, arqueólogos desenterraram no Chipre uma fábrica de perfumes da Idade do Bronze com 4.000 anos de idade. Esta é uma evidência de que o negócio de fragrâncias já havia atingido uma escala industrial naquela época. Mas foi quando os europeus dominaram a técnica, graças à influência árabe, que a arte realmente virou um negócio de grande escala. No século 14, a rainha Elisabeth da Hungria encomendou o primeiro perfume dos tempos modernos. Batizado apropriadamente de Eau de Hongrie (Água de Hungria), logo tornou-se o modelo de eau de toilette que conhecemos hoje.

A Eau de Cologne original é um perfume cítrico lançado em Colônia em 1709 por Giovanni Maria Farina, um fabricante italiano de perfumes de Santa Maria Maggiore Valle Vigezzo. Ele batizou sua fragrância em homenagem à sua recém-adotada cidade natal – Colônia, na Alemanha. Este desenvolvimento estabeleceu a plataforma para uma nova era na fragrância masculina.

Naquela época, o perfume servia a um propósito sanitário. O termo “Eau de Toilette” deriva de um antigo termo francês que significa “água de limpeza”. Foi só com a Revolução Industrial que a perfumaria moderna ganhou luz. Foi nessa época que o imperador francês Napoleão Bonaparte começou a se interessar pelas fragrâncias, assim como muitos estadistas proeminentes. Na verdade, Napoleão tinha uma encomenda permanente de 50 garrafas de água de colônia por mês de Chardin, que ele aparentemente usava depois do banho imperial. Alguns anos depois, em 1850, o imperador da Áustria e rei da Hungria Franz-Josef tinha uma fragrância exclusiva de sândalo feita para ele pela Creed. (Àqueles que ainda não tiveram o prazer de experimentar, só posso sugerir que o façam. A Creed é magnífica!)

Em 1934, o fundador da Caron, Ernest Daltroff, criou a primeira fragrância para homens. Ele a batizou de “Pour Un Homme” – ou, apropriadamente, “para um homem”. Acho irônico que, antes de 1934, todas as fragrâncias fossem unissex. E agora, em 2018, os produtos que servem tanto para homens quanto para mulheres estão de volta.

Recentemente, enquanto eu fazia pesquisas sobre higiene e fragrância masculina, fui informado por profissionais da indústria que os perfumes unissex estavam crescendo. Uma coisa é certa: novas técnicas e ingredientes mudam constantemente a indústria, e atualmente há produtos para todos os consumidores. A produção em massa está em pleno vigor e a fragrância masculina é um negócio em expansão de bilhões de dólares.

Veja, na galeria de fotos a seguir, 4 fragrâncias masculinas que estão conquistando os consumidores em todo o mundo:

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