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25 mulheres mais poderosas da política em 2017

Apesar de menos de 10% dos países integrantes da ONU terem líderes mulheres, elas estão tendo cada vez mais influência

3 min

As mulheres que lideram a política neste ano estão na linha de frente dos esforços para reformular e manter as alianças globais.

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Menos de 10% dos países da ONU têm líderes mulheres, mas, neste ano, elas estão tendo maior influência em eventos mundiais. As integrantes do Top 3 da lista anual FORBES de 100 mulheres mais poderosas do mundo são da política e estão tomando decisões que podem afetar o curso da história.

Na primeira posição está a chanceler alemã Angela Merkel, que se mantém no lugar depois de vencer eleição fortemente contestada neste ano. No cargo desde 2005, Merkel está tentando manter a coalizão europeia intacta e afastar a crescente influência de extrema direita do partido Alternativa para a Alemanha (AfD), que capitalizou sobre o fervor anti-imigração. Seu poder se mantém sólido graças, em parte, ao baixo desemprego e ao forte crescimento da economia alemã, que alcançou PIB de US$ 3,5 trilhões em 2016, segundo o Banco Mundial. A Alemanha é a quarta maior economia do mundo por PIB e a maior liderada por uma mulher.

No segundo lugar da lista está a novata Theresa May, a atual primeira-ministra do Reino Unido. Política conservadora, May chegou ao cargo depois que a população votou por uma pequena diferença para deixar a União Europeia, fazendo com que o então primeiro-ministro David Cameron renunciasse em junho de 2016. Agora, a líder tem de manter unida uma turbulenta coalizão de governo e guiar o país pelo Brexit até 2019.

A mulher que ocupava o segundo lugar no ano passado, Hillary Clinton, caiu 63 posições em nossa lista depois da surpreendente derrota para Donald J. Trump no comando dos Estados Unidos. A eleição de 2016 fez com que o país permanecesse como uma das poucas grandes democracias do mundo que nunca elegeram uma líder mulher. Hillary agora foi para os bastidores, onde está construindo seu grupo de ação política progressista, o Onward Together, para recrutar futuros candidatos.

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Com a administração de Trump, a primeira-filha e consultora do presidente Ivanka Trump entra na lista na 19ª posição, enquanto Nikki Haley, embaixadora dos Estados Unidos na ONU, está na 43ª.

Fora dos Estados Unidos, as mulheres estão tomando as rédeas dos governos: a 38ª colocada Jacinda Adern, de 37 anos, é a líder mulher mais jovem do mundo. Ela chegou ao poder na Nova Zelândia com uma onda de ânimo dos eleitores batizada de “Jacindamania”. A 78ª, Kersti Kaljulaid, de 47 anos, foi eleita presidente da Estônia no ano passado, onde está ajudando a liderar a revolução digital.

Também nova no poder, eleita em 2016, está Tsai Ing-Wen, presidente de Taiwan. Há, ainda, a Rainha Elizabeth II, que celebrou seu 65º ano no trono do Reino Unido em fevereiro. Apesar de o número de líderes mulheres ter mais do que dobrado desde 2000, elas ainda estão a um longo caminho da paridade com homens.

Veja, na galeria de fotos, as 25 mulheres da política da lista FORBES de 100 mulheres mais poderosas do mundo:

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