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Heart Billions: Joyce Ribeiro

Jornalista diz que em casa com as filhas é que ela se recarrega.

Solange Guimarães
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Victor Affaro
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Joyce Ribeiro investe seu tempo livre brincando – como uma criança – com as filhas – lista Apresentada por Stella Artois

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É assim, com leveza, que a apresentadora Joyce Ribeiro aproveita o que ela chama de “a melhor fase de sua vida”. No ar de segunda a sexta-feira ao meio-dia no “Jornal da Tarde”, da TV Cultura de São Paulo, a jornalista investe seu tempo livre brincando – como uma criança – com as filhas Lorena, de 5 anos, e Maria Luísa, de 8.

“É em casa com as meninas que me recarrego. Passamos o máximo de tempo possível juntas, brincamos, lemos, jogamos, vemos filmes e, com elas ao lado, me dou até ao luxo de não fazer nada”, revela. “Eu sempre persegui muito o que eu mais queria: ser uma profissional de TV. Nem sempre esteve evidente para mim que junto com isso seria possível estruturar uma família. Hoje encaro todo o trabalho de casa como um presente. E assim tudo fica mais leve.”

A parceria com o marido, o engenheiro civil Luciano Machado, também ajuda. Foi ele quem ficou em home office com as meninas, enquanto ela ia para a redação fazer o jornal ao vivo no período mais forte da pandemia. No dia a dia, eles dividem as tarefas e se complementam. Ele cozinha, ela é boa de garfo. O casal só viaja com a companhia das filhas – e faz questão de acompanhar cada fase do desenvolvimento das pequenas porque sabe que “passa rápido, muito rápido”. “Nossa realização é ver o efeito da educação na formação delas. A gente fica feliz, bobo e até meio babão de ver que, apesar da pouca idade, elas têm posicionamento, segurança, plenitude. É isso que eu quero para o futuro. Que elas se realizem plenamente, seja lá o que quiserem ser”, diz a jornalista.

Joyce também se sente realizada profissionalmente. “O retorno financeiro sempre foi consequência, nunca objetivo. Posso dizer que não priorizar o dinheiro nos livra de muitas armadilhas e nos deixa livres em qualquer caminho que escolhamos.”

Agora ela acumula as funções de editora, fechadora e âncora ao lado do apresentador Aldo Quiroga. “É uma loucura e é muito prazeroso ao mesmo tempo. O fechamento de um jornal requer mais horas de dedicação, mais atenção à notícia, mais tempo de estudo e pesquisa. O momento exige mais cuidado, pois tudo está nebuloso, polarizado. O profissional de comunicação precisa estar atento, em cima da notícia, para montar esse quebra-cabeça da maneira mais equilibrada possível”, analisa.

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Joyce garante que conquistou tudo o que sonhou e, como sonha muito, tem muito mais a conquistar – inclusive a realização de um projeto internacional. Logo após a pandemia, a convite da CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa), ela vai lançar seu livro “Chica da Silva – A História de Uma Vida” em Portugal e nos países lusófonos da África. O romance, que chegou às livrarias brasileiras em 2016, foi a primeira incursão da jornalista na literatura (ela também é autora de “Deixa Enrolar – A História dos Cachos e Crespos no Brasil”, de 2018). “Amei escrever. E ainda será uma oportunidade para mim, para meu marido e minhas filhas conhecermos os países e a cultura africana juntos. Estamos superempolgados.”

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