Além de serem extremamente prejudiciais, as fraudes corporativas ocorrem com uma frequência significativa no mundo dos negócios. Para avaliar o cenário, a Protiviti Brasil, consultoria de gestão de riscos e compliance, realizou uma pesquisa sobre a participação de funcionários internos nos casos de fraudes.
LEIA MAIS: Como faturar alto com prevenção de fraudes no comércio eletrônico
Ao analisar a fundo 43 casos ocorridos nos últimos dois anos, a consultoria conseguiu estabelecer um retrato da situação atual das fraudes corporativas no Brasil. De acordo com o levantamento, 57% das ações fraudulentas são cometidas por gerentes e diretores, enquanto as outras 43% são conduzidas por funcionários abaixo destas posições.
Para evitar que esse tipo de crime ocorra, Antonio Carlos Hencsey, líder da prática de Ética e Compliance da Protiviti e um dos coordenadores da pesquisa, aconselha: “Processos seletivos que analisem a flexibilidade moral dos colaboradores e a implementação de práticas de compliance devem estar entre as medidas preventivas. Essas iniciativas são fundamentais para a sustentabilidade do negócio e redução dos riscos de fraudes advindas de relações comerciais predatórias, que no final das contas acharcam o lucro das empresas”.
LEIA TAMBÉM: Empresas reforçam o combate à fraude e à corrupção com programas de compliance
Para que os donos de empreendimentos fiquem atentos às principais vulnerabilidades, há alguns pontos específicos que merecem atenção. Veja na galeria de fotos os 3 principais riscos de fraudes corporativas que podem afetar a sua organização: