Tarifas e dólar forte causam prejuízo a exportadores dos EUA

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Índice do dólar alcançou uma máxima em 29 meses em 3 de setembro

Não é mais uma probabilidade, é uma realidade: a crescente guerra comercial entre Estados Unidos e China e o fortalecimento do dólar parecem estar causando danos mensuráveis em fabricantes de produtos dos EUA que dependem de mercados globais.

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Os participantes do mercado terão um quadro da extensão na qual as tensões comerciais e a moeda forte têm prejudicado o setor manufatureiro norte-americano quando o ISM divulgar na próxima terça-feira seu índice de gerentes de compras (PMI) de setembro.

O relatório de agosto mostrou o setor manufatureiro, que representa cerca de 12% da economia dos EUA, contraindo pela primeira vez em três anos e meio. Ainda mais preocupante, o índice que mede o componente de exportação atingiu uma mínima em mais de dez anos.

O índice do dólar, que mede o valor da moeda dos EUA contra uma cesta das principais moedas mundiais, alcançou uma máxima em 29 meses em 3 de setembro, no mesmo dia em que o ISM divulgou seus fracos números do PMI.

A China já implementou tarifas sobre cerca de 110 bilhões de dólares em mercadorias dos EUA como reação às taxas impostas pelo presidente Donald Trump sobre importações vindas da China.

Em retaliação, Pequim anunciou em agosto novos aumentos de cobranças. A primeira rodada de elevação de tarifas entrou em vigor no início deste mês e a segundo está prevista para 15 de dezembro.

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