7 filmes que todo investidor deve assistir

Divulgação
“O Homem que Mudou o Jogo” mostra a transformação na escalação das equipes por meio de análise estatística

 

 

  • Uma vez que pode ser complexo entender como investir, o entretenimento é uma opção divertida e mais simples de entrar em contato com esse assunto;
  • Os filmes listados por Bruno Sayão, fundador e CEO da IOUU, fintech que atua como uma plataforma de empréstimos peer-to-peer (ponta a ponta), trazem importantes dicas e dados históricos sobre investimentos;
  • “O Lobo de Wall Street”, O Homem que Mudou o Jogo” e  “A Grande Aposta”  então entre as produções cinematográficas.

Dúvidas sobre como investir são muito comuns, já que existem diferentes modalidades de aplicações financeiras no mercado, como ações, renda fixa, poupança, tesouro direto e até as novas criptomoedas.

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Na busca por informações sobre um tema tão árido para a maioria da população, o entretenimento pode ser um poderoso aliado. Alguns filmes oferecem exemplos inspiradores de investimentos, enquanto outros despertam para novas oportunidades no mercado. Há ainda sugestões de como acompanhar toda a movimentação financeira por meio da estatística.

Para facilitar o acesso a esses dados por meio da sétima arte, Bruno Sayão, fundador e CEO da IOUU, fintech que atua como uma plataforma de empréstimos peer-to-peer (ponta a ponta), preparou uma lista de sete filmes que trazem importantes dicas e dados históricos sobre investimentos. Veja quais são eles na galeria de fotos a seguir:

  • “A Grande Aposta” (Estados Unidos, 2014)

    O filme retrata três histórias que convergem em um mesmo contexto: a aposta na quebra do sistema imobiliário norte-americano. Uma dessas narrativas passa pelo proprietário de uma empresa de médio porte, Michael Burry (interpretado por Christian Bale). Sua decisão de aportar muito dinheiro do fundo que coordena gera sérias complicações com os investidores.

    Ao conhecer esses investimentos, o corretor Jared Vennett (Ryan Gosling) usa isso como oportunidade e a oferece ao dono de uma corretora, Mark Baum (Steve Carell). Paralelamente, dois iniciantes na bolsa percebem a possibilidade de ganhar dinheiro com a crise e pedem ajuda de um veterano de Wall Street, Ben Rickert (Brad Pitt). Para o CEO da IOUU, o filme passa um bom recado para quem pretende investir, pois deixa claro que o resultado é de longo prazo.

  • “O Lobo de Wall Street” (Estados Unidos, 2013)

    Aclamado pela crítica, o filme retrata a história real de Jordan Belfort (Leonardo DiCaprio) durante o fim da década de 1980 e início dos anos 1990. Tão logo é contratado por uma corretora de Wall Street, Belfort vivencia o Black Monday: a segunda-feira negra de 19 de outubro de 1987, quando as bolsas de valores de vários países caíram repentinamente. Ele passa, então, a trabalhar para uma empresa de fundo de quintal que lidava com papéis de baixo valor fora da bolsa.

    A partir daí, Belfort tem a ideia de montar uma empresa segmentada nesse tipo de negócio, com valores baixos, porém, com um retorno mais vantajoso. Assim, cria a Stratton Oakmont ao lado de Donnie (Jonah Hill) e de outros amigos. A empresa fez todos enriquecerem rapidamente, com uma vida dedicada ao prazer e luxúria. Apesar do tom polêmico e ousado, o filme traz boas lições, segundo Sayão. A principal delas é a necessidade de os investidores terem bons olhos para conseguir enxergar novas oportunidades.

  • “O Homem que Mudou o Jogo” (Estados Unidos, 2011)

    O filme conta a história real de Billy Beane (Brad Pitt), dirigente do time de beisebol norte-americano Oakland Athletics. Para formar uma equipe competitiva para a temporada de 2002, ele precisou montar uma estratégia um tanto ousada com um orçamento limitado. Assim, transformou a maneira de escalar as equipes por meio de análise estatística. Dessa forma, Beane conseguiu bater o recorde de vitórias consecutivas na Major League Baseball (MLB) com a terceira menor folha de pagamento da temporada.

    Para determinar o método analítico que avalia a performance dos jogadores, o dirigente contou com a ajuda de Peter Brand (Jonah Hill), um economista recém-formado e com ideias radicais sobre avaliações individuais. Apesar de parecer uma mera narrativa esportiva, Sayão diz que o filme ressalta a importância da estatística para acompanhar o desempenho de alguns resultados. “É um contexto que pode ser facilmente trazido para o mercado de investimentos.”

  • “Wall Street – Poder e Cobiça” (Estados Unidos, 1987)

    Os bastidores do mundo dos grandes negócios durante a década de 1980 são relatados no longa, que segue o ambicioso e jovem corretor da bolsa Buddy Fox (Charlie Sheen). Ele sonha em conhecer o seu ídolo, Gordon Gekko (Michael Douglas), um milionário ganancioso capaz de ignorar os sentimentos quando o assunto é ganhar dinheiro.

    Quando surge uma oportunidade, Fox se vê atraído para um universo lucrativo ao negociar com informações privilegiadas. Ele consegue a sonhada ascensão, mas também descobre que o preço a pagar por ela é muito alto, a ponto de correr o risco de ser preso. Segundo Sayão, o filme traz um importante alerta aos futuros investidores: evitar o uso de dados privilegiados ou duvidosos na hora de fazer uma escolha.

  • “Wall Street – O Dinheiro Nunca Dorme” (Estados Unidos, 2010)

    Continuação de “Wall Street – Poder e Cobiça”, a obra começa contando que Gordon Gekko (Michael Douglas) cumpriu pena por fraudes financeiras. Sem poder operar, ele passa a fazer palestras e dedica parte do tempo a escrever um livro que critica o comportamento de risco dos mercados. Após uma apresentação, Gekko é abordado pelo operador idealista de Wall Street Jacob Moore (Shia LaBeouf). Jacob vive com Winnie (Carey Mulligan), filha de Gekko, que não fala mais com o pai.

    O operador usa essa relação para conseguir a atenção do ex-milionário e obter conselhos sobre como agir contra Bretton James (Josh Brolin), um grande investidor que fez seu mentor, Lewis Zabel (Frank Langella), vender sua tradicional empresa por um preço muito baixo. Gekko decide ajudar e pede em troca a intervenção de Moore para se reaproximar da filha. Apesar de ser uma sequência, o filme é indicado pelo CEO da IOUU porque aborda a crise econômica iniciada em 2008 por meio de personagens variados.

  • “Como Ser Warren Buffett” (Estados Unidos, 2017)

    Esse documentário produzido para a TV norte-americana destaca a evolução de um menino de Nebraska que foi vendedor de jornal e se transformou em um dos megainvestidores mais respeitados do mundo. A obra também mostra as pessoas que o ajudaram ao longo desse caminho. Buffett permitiu o acesso a sua vida e a vídeos caseiros inéditos, nunca mostrados antes.

    A narrativa mostra, ainda, a rotina tranquila do Oráculo de Omaha na Berkshire Hathaway e as seis horas diárias de leitura de jornais, revistas e relatórios antigos para descobrir ações baratas na bolsa. Na opinião de Sayão, o filme é obrigatório aos futuros investidores por ser inspirador e detalhar o funcionamento de uma das mentes mais brilhantes do universo financeiro.

  • “Trabalho Interno” (Estados Unidos, 2010)

    O documentário narrado pelo ator Matt Damon busca explicar os motivos da crise econômica que trouxe reflexos para diversas partes do mundo em 2008. O filme mostra o que aconteceu na Islândia, França e China, porém o foco se volta aos Estados Unidos por um motivo bem simples, mas importante: é lá que estão os grandes culpados pela turbulência que assustou o mundo.

    A narrativa também revela o pior lado de Wall Street e os problemas resultantes da especulação e dos empréstimos concedidos sem nenhum tipo de critério. Explica, quase didaticamente, a maior crise do século 21, não se esquiva de apontar os responsáveis e questiona por que nada mudou. Na opinião de Sayão, o filme precisa ser assistido pelos investidores por mostrar mais detalhes da crise de 2008 e como a sabedoria é fundamental na hora de investir o capital.

“A Grande Aposta” (Estados Unidos, 2014)

O filme retrata três histórias que convergem em um mesmo contexto: a aposta na quebra do sistema imobiliário norte-americano. Uma dessas narrativas passa pelo proprietário de uma empresa de médio porte, Michael Burry (interpretado por Christian Bale). Sua decisão de aportar muito dinheiro do fundo que coordena gera sérias complicações com os investidores.

Ao conhecer esses investimentos, o corretor Jared Vennett (Ryan Gosling) usa isso como oportunidade e a oferece ao dono de uma corretora, Mark Baum (Steve Carell). Paralelamente, dois iniciantes na bolsa percebem a possibilidade de ganhar dinheiro com a crise e pedem ajuda de um veterano de Wall Street, Ben Rickert (Brad Pitt). Para o CEO da IOUU, o filme passa um bom recado para quem pretende investir, pois deixa claro que o resultado é de longo prazo.

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