American Airlines suspende voos para o Brasil

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Reestruturação de voos inclui o Brasil

Depois que o presidente norte-americano Donald Trump suspendeu os voos entre os Estados Unidos e a Europa por 30 dias em função da alta contaminação do coronavírus, a demanda caiu drasticamente, de forma geral, e as companhias aéreas estão tendo que se adaptar à nova realidade.

A American Airlines anunciou que, a partir de amanhã (16), implementará uma suspensão progressiva de voos internacionais partindo dos Estados Unidos até o dia 6 de maio, como resposta à queda na procura.

A companhia aérea vai reduzir a capacidade dos voos internacionais em 75%. Um voo diário será mantido entre Dallas-Fort Worth (DFW) e Londres (LHR) e entre Miami (MIA) e Londres (LHR). Além disso, três voos semanais serão operados de Dallas-Fort Worth (DFW) a Tóquio (NRT).

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Os voos internacionais de curta distância – entre os EUA e Canadá, México, Caribe, América Central e alguns mercados na parte norte da América do Sul – serão mantidos.

A companhia aérea adiantou, ainda, que sua capacidade doméstica em abril será reduzida em 20% em relação ao ano passado. Em maio, essa redução deve chegar a 30% na comparação com o mesmo mês de 2019.

Com a medida, os voos para o Brasil também serão afetados. As operações do aeroporto JFK, em Nova York, e do Aeroporto Internacional de Miami (MIA) para o Aeroporto do Galeão (GIG) serão suspensas, assim como Dallas, Miami e Nova York para o Aeroporto Internacional de São Paulo (GRU). Também foram interrompidos os trechos de Miami a Brasília (BSB) e Manaus (MAO).

Os voos da companhia para os demais países da América do SulChile, Colômbia, Equador, Peru e Guiana também foram suspensos.

No que diz respeito à Ásia, todos os voos serão suspensos, com exceção das três rotas semanais entre Dallas e o Aeroporto Internacional de Narita (NRT), em Tóquio, no Japão.

Os voos sazonais entre Los Angeles (LAX) e Auckland (AKL), previstos para serem operados até 28 de março, serão interrompidos a partir de amanhã. Também estão suspensos os itinerários para Sydney (SYD).

A companhia aérea prevê que, a partir do dia 6 de maio, as rotas voltem ao normal, com exceção do trajeto Dallas-São Paulo, que será retomado apenas em 3 de junho, e Los Angeles-São Paulo, a partir de 25 de outubro.

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