Cogna prepara marketplace de educação

Iniciativa vai expandir o mercado da empresa no país de R$ 56 bilhões para R$ 121 bilhões.

Redação
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Paulo Whitaker/Reuters
Paulo Whitaker/Reuters

Rodrigo Galindo, presidente da Cogna

Acessibilidade


A Cogna prepara o lançamento de um marketplace de educação voltado para jovens e adultos que vai integrar produtos de ensino da empresa com outros oferecidos por terceiros, na expectativa de preservar seus negócios em meio à crise gerada no setor pela pandemia.

“A plataforma [de marketplace] pode ser no médio e longo prazos transformadora para nossa organização”, disse hoje (14) o presidente-executivo da Cogna, Rodrigo Galindo, em apresentação online.

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Segundo ele, o marketplace vai permitir expandir o mercado da Cogna no Brasil dos atuais R$ 56 bilhões para R$ 121 bilhões.

O marketplace oferecerá produtos como cursos de ensino superior, livres, técnicos e de idiomas, além de serviços como orientação vocacional e até financeiros, disse o executivo. Ele disse que o marketplace tem atualmente 16 vendedores conectados, incluindo nomes como Saraiva Jur, Cursos Livres e Consultoria da Educação.

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As ações da companhia lideraram as perdas do Ibovespa nesta segunda-feira, recuando 5,1%, enquanto o índice cedia 0,33%.

O papel recuou apesar de a empresa prever crescimento do lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, da ordem de 25% ao ano até 2024, projeção esta que não inclui a nova operação de marketplace de educação.

Também na apresentação, executivos da unidade da Cogna de serviços para educação básica, Vasta, anunciaram que a companhia vai lançar em fevereiro um produto de aulas particulares e estimaram o tamanho deste mercado de R$ 3 bilhões.

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A Vasta também deve ter em 2021 um crescimento de mais de 21% no indicador de valor de contratos anuais (ACV), disse executivo da unidade.

Na Kroton, de educação superior, a expectativa é ampliar em 50% o portfólio de cursos digitais até 2022. O custo de captação de alunos em 2021 deve cair entre 25% e 30%, após uma ampla reestruturação iniciada no terceiro trimestre, acelerada pelos impactos da pandemia.

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