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C-Suite: Priscilla Bottmann é a nova vice-presidente comercial para a Janssen Brasil

Acompanhe também a movimentação de outros executivos C-Level na última quinzena

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DivulgaçãoPriscilla Bottmann [foto] é a nova vice-presidente comercial para a Janssen Brasil
Nesta quinzena, o C-Suite traz as movimentações de C-Levels de diferentes setores, com destaque para o mercado de serviços financeiros. A Elo, holding brasileira do Banco Bradesco e do Banco do Brasil, elegeu Giancarlo Greco como novo CEO da instituição. O executivo vai substituir Eduardo Chedid, que deixou a bandeira de cartões em janeiro para assumir a vice-presidência de serviços financeiros da PicPay. 

Ainda no setor financeiro, a fintech catarinense Dank Bank anunciou a chegada de seu novo chief technology officer, o engenheiro Marco Neuwiem. Enquanto isso,  a Veedha Investimentos informou a contratação de João Albino Winkelmann como novo executivo sênior. O administrador será responsável pela expansão do negócio nos próximos anos.

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Já no mercado de tecnologia, a ClickBus, plataforma de vendas online de passagens rodoviárias no Brasil, anunciou Phillip Klien como seu novo CEO. O executivo assume a posição de Fernando Prado, que passa a integrar o conselho da empresa da qual é fundador.

Nesta edição, o C-Suite conversou com Priscilla Bottmann, a nova vice-presidente comercial da Janssen Brasil. Por mais de dois anos atuando como gerente geral da companhia em Porto Rico, a brasileira retorna ao país com o desafio de liderar uma equipe de aproximadamente 400 pessoas, integrar a estratégia das seis áreas terapêuticas da empresa e manter o crescimento acelerado do grupo no país. 

Leia, a seguir, os planos Priscilla para a Janssen Brasil:

Forbes: Quais são os maiores desafios comerciais da Janssen em meio a pandemia de Covid-19?

Priscilla Bottmann: Acreditamos no poder da inovação e da ciência para superar os desafios e trabalhar com objetivo de construir um futuro no qual as doenças façam parte do passado. Além do desafio de fornecer uma vacina efetiva contra a Covid-19 ao Brasil em tempo recorde, nesse momento concentramos nossos esforços em avançar nas negociações para fornecimento de novos medicamentos e ampliação de nosso portfólio, oferecendo mais soluções aos pacientes. Em 2020, a Janssen obteve a aprovação de três novos medicamentos e de quatro novas indicações para produtos já disponíveis no mercado pela Anvisa. Além disso, em 2021 a empresa obteve a incorporação de seis medicamentos no rol da ANS. Neste momento, o foco é conseguir avançar nas negociações para disponibilizar essas novas soluções à população e manter o crescimento acelerado da Janssen Brasil.

F: Como a indústria farmacêutica brasileira está lidando com as outras demandas em meio a esse cenário?

PB: Neste momento, estamos trabalhando no sentido de buscar antecipar demandas que surgirão no mercado para trazer as soluções aos pacientes. Apesar da necessidade de distanciamento social e de todos os cuidados para evitar a transmissão do coronavírus, a população precisa seguir cuidando de outras doenças que não podem esperar. Nesse sentido, a indústria segue operando normalmente e fabricando os medicamentos essenciais para a saúde das pessoas, obedecendo aos rígidos padrões de segurança de seus colaboradores. Paralelamente a isso, por meio de campanhas, temos buscado levar informações que reforcem a importância de os pacientes continuarem se consultando com seus médicos mesmo no contexto atual. É o caso do Movimento Falar Inspira a Vida, que tem como foco a saúde mental e o intuito de requalificar a conversa sobre depressão, e a campanha #TudoBemTratar, que foi desenvolvida com o objetivo de dar visibilidade e apoio aos pacientes que sofrem de outras doenças além da Covid-19, como o câncer, e que, pela pandemia, tiveram impacto em seus diagnósticos, consultas médicas, acompanhamento e tratamento.

F: E no contexto da pós-pandemia, o que irá mudar no setor?

PB: Acredito que, assim como na maioria dos setores, o farmacêutico avançará no aprofundamento das iniciativas digitais com objetivo de transformar a experiência dos pacientes e dos profissionais de saúde. A pandemia também nos mostrou o quão importante é esse movimento para que possamos facilitar a interlocução com os diversos stakeholders, independentemente de obstáculos físicos ou geográficos. A Janssen já vinha se empenhando no avanço dessa transformação por meio de novas soluções de Programa de Suporte ao Paciente e, possivelmente, essa mudança será adiantada pelo setor como um todo no pós-pandemia.

F: Quais são as suas expectativas para os primeiros seis meses como vice-presidente comercial da Janssen?

PB: Retorno ao Brasil com o desafio de liderar uma equipe de, aproximadamente, 400 pessoas, integrar a estratégia comercial das seis áreas terapêuticas e evoluir o modelo de execução da empresa. Nos meus primeiros seis meses espero conseguir avançar nessa integração e no modelo de execução, além de contribuir com a experiência que trago de Porto Rico no sentido de dar foco em inovação, no desenvolvimento de talentos e de diversidade. 

Veja, abaixo, outras movimentações C-Level que ocorreram nos últimos 15 dias:


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