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#MeToo: o que eu deveria dizer? Três dicas para ajudá-la a decidir

Expor relatos sobre assédio sexual é muito mais difícil do que apenas digitar uma hashtag nas redes sociais

2 min

As redes sociais têm recebido, nos últimos dias, uma avalanche de postagens com a hashtag #MeToo (“eu também”, em tradução livre), acompanhadas, muitas vezes, de relatos de mulheres que sofreram algum tipo de assédio sexual. A campanha, que tem como objetivo mensurar a ocorrência de abusos, teve início após as alegações de estupro contra o produtor cinematográfico de Hollywood Harvey Weinstein. Mas a decisão de expor algo tão íntimo é muito mais difícil do que apenas digitar uma hashtag.

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Com o tema assédio sexual com cada vez mais espaço na mídia e nas rodas de conversas, e agora com o movimento #MeToo em curso, muitas mulheres decidiram falar abertamente sobre seus traumas. Elas passaram a redefinir experiências que antes chamavam de “algo esquisito que aconteceu” como assédio sexual ou violência. E não se trata de apenas reviver o passado: é ter contato com histórias “me toos” de sua colega do ensino médio, de sua primeira chefe, de sua colega de trabalho, de sua melhor amiga que nunca havia mencionado os abusos sofridos.

Diante de um momento como esse, é importante ser sensível sobre como essas conversas a impactam pessoalmente e profissionalmente e ter cuidado consigo mesma.

Veja, na galeria de fotos abaixo, três dicas para decidir aderir ou não à campanha #MeToo:

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