1. Início
  2. /
  3. Forbes Money
  4. /
  5. ETFs Irlandeses Viram Opções de Investimento para Brasileiros
Forbes Money

ETFs Irlandeses Viram Opções de Investimento para Brasileiros

Títulos listados na Europa cobram menos imposto do que seus equivalentes dos EUA e atraem investidores brasileiros

2 min

O nome não é dos mais amigáveis: Undertakings for Col-lective Investment in Transferable Securities, ou Ucits. É mais fácil de entender do que parece. São fundos de investimento dedicados a comprar ações, commodities ou títulos de renda fixa públicos e privados, e cujas cotas são negociadas nas bolsas, como se fossem ações.

São o equivalente europeu de algo popular no mercado americano, os Exchange Traded Funds (ETF), que fazem sucesso por aqui também.

A vantagem é fiscal. No caso dos ETFs de ações e títulos de renda fixa americanos, há a cobrança de 30% de imposto sobre dividendos e juros. No caso dos Ucits, não há imposto nos investimentos em renda fixa e em derivativos, com uma alíquota de 15% no caso de investimentos em ações. Esses fundos são tão diversificados quanto os ETFs e permitem ao investidor aplicar em ações e renda fixa internacionais de setores tão diversos quanto inteligência artificial, commodities e mercados emergentes.

Os Ucits foram lançados no Brasil em meados de setembro pela gestora americana BlackRock, em parceria com a plataforma de distribuição de investimentos Avenue. A BlackRock é praticamente um sinônimo de ETFs.

Agora, os Ucits já atraíram US$ 100 milhões (R$ 544,54 milhões) de investidores brasileiros nesse curto período. “Além da isenção fiscal, esses investimentos não pagam imposto no caso de sucessão patrimonial, ante uma alíquota que pode chegar a 40% no caso dos ETFs americanos”, diz Cristiano Castro, da BlackRock.

Assine Forbes. Inspire-se, lidere, conquiste. Ao se cadastrar, você concorda com nossa Política de Privacidade e com o uso de seus dados para fins de comunicação.