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Conheça as 10 empresas que mais investem na relação com startups no Brasil

O tradicional Ranking TOP Open Corps 2023 reconhece as corporações que mais praticaram inovação aberta; juntas, elas investiram R$ 6,4 bilhões neste ano

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Paulo Whitaker/Reuters
Paulo Whitaker/ReutersPelo terceiro ano consecutivo, a Ambev lidera a lista Ranking TOP Open Corps 2023

No último ano, o investimento de grandes empresas atuando no Brasil em inovação aberta, que resultam na relação direta ou indireta com startups, foi de R$ 6,4 bilhões, considerando o período de julho de 2022 a junho de 2023. O dado é registrado pelo Ranking TOP Open Corps 2023, que reconhece as corporações que mais praticaram inovação aberta com startups no país no último ano, a partir de dados gerados pelo próprio mercado.

Pelo terceiro ano consecutivo, a Ambev lidera a lista, seguida por ArcelorMittal, Suzano, Sicredi e Unimed. O anúncio, realizado pela 100 Open Startups, também mostra que foram feitos 54 mil contratos, o que representa mais do que o dobro em relação ao total do ano anterior, que foi de R$ 2,7 bilhões.

As 10 empresas que mais investem em relação com startups no Brasil:

As grandes empresas contrataram, ao todo, 4.177 startups no último ano, principalmente nas áreas de soluções relacionadas à inteligência artificial, análise de dados e produtividade. Os setores tradicionais que mais buscaram parcerias com startups na hora da inovação foram os de Bens de Consumo e Alimentação, Serviços Financeiros, Varejo e Distribuição. Além disso, o número de corporações que obtiveram contratos com startups no ano foi de 5.348, superando as 4.449 corporações de 2022.

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“Na primeira edição do Ranking 100 Open Startups foi um desafio identificar 100 startups com contratos firmados com grandes corporações; hoje esse número é 40 vezes maior”, comenta Bruno Rondani, criador do movimento de open innovation no Brasil e fundador da 100 Open Startups. Rondani explica que, há 15 anos, “quando trouxemos o tema da inovação aberta para o Brasil, reunimos pouco mais de 300 executivos de grandes empresas, e o foco principal era o relacionamento com universidades. Nos últimos anos, emergiu uma nova geração de empreendedores altamente capacitados oriundos do meio acadêmico, do mundo digital e das próprias corporações, criando um ecossistema muito mais favorável para a colaboração em inovação.”

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