NY ajuda e Ibovespa avança 3% com respaldo de Fed e petróleo

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Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 2,97%, a 78.624 pontos

O Ibovespa fechou em alta de cerca de 3% hoje (8), na terceira sessão consecutiva no azul, embalado principalmente pela sinalização do banco central norte-americano de que não economizará recursos para atenuar os efeitos da crise econômica em razão da pandemia de Covid-19.

Notícias mais positivas no sentido de um aguardado acordo para o corte da produção do petróleo pelos principais produtores da commodity também animaram os mercados, com o contrato Brent fechando em alta de mais de 3% e o WTI disparando 6,2%, o que se refletiu na forte valorização das ações da Petrobras.

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 2,97%, a 78.624 pontos. Na máxima da sessão, chegou a 79.058,13 pontos. O volume financeiro somou R$ 22 bilhões.

“O Fed deixou claro que vai ajudar”, destacou o gestor Ricardo Campos, sócio na Reach Capital.

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Autoridades do Federal Reserve, em duas reuniões de emergência no mês passado, mostraram-se crescentemente preocupadas com a rapidez com que a epidemia de coronavírus estava prejudicando a economia dos EUA e afetando os mercados, levando-os a adotar “ação contundente”, mostrou a ata dos encontros.

A ata joga alguma luz sobre a velocidade com que o as autoridades do Fed foram pressionadas a dar uma resposta historicamente vigorosa aos danos que os esforços para conter a epidemia estavam causando à economia dos EUA.

“O Fomc deixou bem claro a importância da intervenção para amenizar o forte peso dos efeitos do coronavírus na atividade econômica, assim como está preparado para implementar novos programas de estímulos caso julgue necessário”, acrescentou o analista Rafael Ribeiro, da Clear.

Em Wall Street, o S&P 500 fechou em alta de 3,4%, também reagindo à decisão do senador norte-americano Bernie Sanders de suspender a campanha pela indicação presidencial democrata para as eleições deste ano.

A decisão deixa o ex-vice-presidente Joe Biden como provável adversário do presidente Donald Trump, republicano, em 3 de novembro, “dois candidatos razoavelmente aceitos pelo mercado”, observou Campos, da Reach. De acordo com outro profissional do mercado, “é um estresse a menos”.

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