O mercado agora deve se movimentar-se conforme os ágeis passos da tecnologia. Vivemos em tempos de aceleradíssimas mudanças e evoluções em níveis exponenciais. A adaptação exige transformações radicais não só em assuntos tecnológicos, mas também de marketing.
A inovação é quase sinônimo de sucesso. De forma revolucionária, marcas tendem a crescer e, mesmo aos trancos e barrancos, mudam trajetórias, pontos de vista e até mesmo de consumidor. Tais nomes exibem ousadia e autenticidade. Quase sempre são desafiadores demais a um mercado competitivo que, com frequência, desiste de reagir à ascendência de tradicionais ou novas instituições.
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Grandes companhias são capazes de moldar a própria cultura de formas inovadoras. A Apple, neste caso, talvez seja o melhor exemplo. A obra de Jobs quebrou todas as normas e convenções existentes e costuma defender ao máximo seus fanáticos e fieis consumidores.
Estas marcas são diferentes das demais: são capazes de envolver o cliente a níveis exorbitantes. Os produtos são tratados de forma sentimental, com enorme apego.
Segundo o empresário britânico Richard Branson, “desafiar é assumir riscos, confiar em sua intuição e rejeitar a maneira como as coisas devem ser. Revolucionar vai muito além de investir em publicidade. Envolve pensar sobre onde você quer que sua marca chegue e o que você fará para chegar lá”.
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O nível de competição nunca foi tão alto. É interessante ver o quanto marcas conceituadas têm se rendido à inovação e ao risco. Empresas como a Procter & Gamble, McDonald’s ou Yahoo! deixaram de ser líderes em inovação e tendem sempre a “copiar” seus novos concorrentes.
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