Venezuela estuda possibilidade de ter criptomoedas em seus cofres

O Banco Central venezuelano determinará se regulariza ou não o uso de bitcoin e ether para transações oficiais.

Mariana Labbate
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De acordo com a Bloomberg, não se sabe ao certo quanto o governo venezuelano tem em bitcoins

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Resumo:

  • A Venezuela está realizando testes em seu banco central para começar a manter bitcoin e ether em suas reservas;
  • Os testes vêm a pedido da Petroleos de Venezuela SA;
  • Essa não é a primeira experiência venezuelana com criptomoedas.

A companhia petrolífera estatal Petroleos de Venezuela SA (PDVSA) pediu ao Banco Central venezuelano que criptomoedas fossem mantidas nos cofres nacionais, para que pudessem ser usadas para o pagamento de dívidas e de fornecedores, de acordo com o site de notícias “Bloomberg”.

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O Banco Central agora realiza testes internos para estudar tal possibilidade e, ainda de acordo com a “Bloomberg”, não se sabe como a PDVSA conseguiu as criptomoedas nem os valores exatos que a companhia possui no total ou em bitcoin e ether.

O país e a companhia petrolífera vêm tendo dificuldades em realizar transações com moedas fiduciárias, principalmente porque poucos bancos se interessam em intermediar tais transações tendo em vista a atual situação econômica. Por isso, a aposta nas criptomoedas poderia ser uma alavanca para a economia venezuelana.

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No entanto, essa não é a primeira vez que a Venezuela enxerga uma solução no mundo cripto. Em 2018, o governo lançou a petro, uma criptomoeda cujo valor tem ligação às reservas de petróleo venezuelanas. Ela atualmente também têm sua própria plataforma de transação, a Patria Remesas.

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