BC revê queda do PIB em 2020 a 5% e estima alta de 3,9% para 2021
Na semana passada, o BC manteve a Selic em sua mínima histórica de 2% ao ano após nove cortes consecutivos
Na semana passada, o BC manteve a Selic em sua mínima histórica de 2% ao ano após nove cortes consecutivos
Especialistas projetam nova alta para a inflação em 2020, a 1,99%. Boletim Focus aponta queda de 5,05% para o PIB
Apesar da complexa estrutura fiscal do Brasil, é possível tornar esse processo muito mais simples e eficiente
Valor representa entre 1 e 1,5% do Produto Interno Bruto (PIB) global, segundo relatório
Perspectiva de inflação agora é de alta de 1,83% no ano
Resultado teve crescimento pelo terceiro mês seguido, mas sofreu desaceleração ante o aumento de 5,3% em junho
Expectativa para a taxa básica de juros em 2021 foi reduzida na pesquisa do BC
Volume apresentou no período alta de 2,6% na comparação com o mês anterior
Setor, no entanto, perdeu força sobre os ganhos de 13,3% em maio e de 8,5% em junho
Ministro da Economia frisou que a perda não indica o desempenho que o país terá no ano de 2020
Agenda de reformas e saúde fiscal do Brasil seguem no radar
Queda é resultado do ápice da pandemia de coronavírus no país
Moeda norte-americana à vista subiu 1,20%, a R$ 5,4807, depois de cair 2,93% na sexta-feira
Índice de referência do mercado acionário brasileiro caiu 2,09%, pouco acima dos 100 mil pontos
Expectativa de queda do Produto Interno Bruto (PIB) em 2020 agora é de 5,28%
Correção técnica em meio a posicionamento carregado influenciou
Estimativa de contração da economia brasileira foi atenuada pela oitava semana seguida
Segundo a Universidade de Oxford, o esgotamento dos recursos do planeta pode levar a uma queda no PIB global entre 2,5% a 7,5% nos próximos 30 anos
Recuperação de créditos de impostos estaduais, federais e verbas previdenciárias fortalecem o caixa e melhoram a performance
Pesquisa semanal mostrou que a expectativa para a taxa básica de juros caiu a 2,75%, de 3,0% antes
Mesmo diante de níveis extremos de incerteza, salvar vidas e minimizar os danos da economia são as duas necessidades atuais
Recuo no período soma-se à contração de 1,97% vista no primeiro trimestre ante os três meses anteriores
Para o ano que vem, segue a expectativa de um crescimento de 3,50% da economia
Entre os fatores que contribuíram para a revisão está uma queda esperada no segundo trimestre menor que a expectativa inicial
Ministro complementou que o presidente Jair Bolsonaro já concorda com as operações
Mercado aguarda decisão do Copom e negociações de um novo pacote de estímulos nos EUA
Pesquisa, no entanto, vê queda da indústria de quase 8% no ano
Petroleira teve baixas de US$ 5,6 bilhões em ativos de produção de óleo e gás
Resultado da gigante de tecnologia foi de US$ 59,69 bilhões
Mercados ainda digerem a maior queda na atividade econômica dos EUA desde a Grande Depressão no 2º trimestre
Declínio foi o mais forte da produção desde que o governo começou a registrar os dados em 1947