Dólar tem alta após perdas da véspera e com exterior cauteloso
Temores sobre uma segunda onda do coronavírus preocupam os investidores
Temores sobre uma segunda onda do coronavírus preocupam os investidores
Otimismo em meio a sinais de recuperação da atividade e de alívio nas relações entre EUA e China marcam o início dos negócios
Índice de referência do mercado acionário brasileiro caiu 1,28%, a 95.335,96 pontos
Moeda norte-americana ainda caminha para ganhos semanais
Alta de 0,6% leva o índice de referência no mercado acionário brasileiro a passar dos 96 mil pontos
Dólar fechou o dia em alta de 2,10% acima de R$ 5,3715 na venda
Banco Central cortou os juros a nova mínima histórica
Exterior também pesa e moeda norte-americana termina cotada a R$ 5,26
Atenções estão divididas entre as esperanças de uma retomada econômica global e temores sobre uma segunda onda de infecções por coronavírus
Moeda norte-americana reflete esperanças de estímulos econômicos nos Estados Unidos
Mercados globais retomam posições cautelosas em meio a temores sobre uma segunda onda de infecções por Covid-19
Movimento deste pregão reflete a aversão a risco que havia tomado os mercados globais ontem
Moeda norte-americana à vista subiu 0,69%, a R$ 4,8885 na venda
Dia é de menor apetite por risco no exterior antes da reunião de política monetária do Federal Reserve
Índice encerrou o pregão com acréscimo de 3,18%, a 97.644,67 pontos
Dólar recuou 6,60% ante o real na mais intensa depreciação desde outubro de 2008
Investidores estão reagindo positivamente a dados melhores do que o esperado sobre o emprego nos EUA
Índice terminou com acréscimo de 0,89%, a 93.828,61 pontos
Moeda cedeu 4,76% nos três primeiros pregões de junho
Investidores estão ajustando suas posições e reagindo a anúncios de mais estímulo econômico na zona do euro
Investidores estão deixando de buscar proteção na moeda norte-americana
Índice fechou em alta de 2,74%; volume financeiro somou R$ 29,63 bilhões
Cotação do dólar operou em queda durante toda a sessão
Tensões políticas em Brasília e nos Estados Unidos continuem no radar
Tensões políticas no ambiente doméstico após protestos ontem por todo o Brasil também influenciam a moeda
Expectativa de fala de Trump sobre Hong Kong também influencia moeda
Investidores dividem o foco entre tensões sino-americanas e indicadores econômicos do Brasil e dos EUA
Tensões entre Estados Unidos e China, no entanto, continuam no radar dos investidores
Maior parte dos operadores de mercado continuará a trabalhar de casa
Percepção de menor risco político no cenário local também influencia moeda
Mercado ainda repercute vídeo ministerial divulgado na sexta-feira