Foto: PixabayVista de prédios em um dos centros financeiros de São Paulo: perspectivas promissoras para fundos imobiliários
O IFIX (principal índice de fundos imobiliários da bolsa brasileira) encerrou 2022 com leve alta de 2,8% e seguiu traçando um caminho positivo no primeiro semestre de 2023, encerrando o período com valorização de aproximadamente 10%, cotado a 3.152 pontos.
A melhora no cenário para os fundos imobiliários pode ser explicada por uma perspectiva mais positiva sobre a política monetária do país e, consequentemente, sua economia. Com o tom menos duro do Banco Central em relação à taxa básica de juros e os dados econômicos mais positivos vistos nos últimos meses, os ativos de risco, como os FIIs, tendem a ser beneficiados.
Desta forma, alguns fundos conseguiram acumular fortes valorizações no semestre, enquanto outros continuaram na berlinda amargando sucessivas quedas.
Confira quais foram as cinco maiores valorizações e as cinco piores perdas entre os fundos imobiliários negociados na bolsa brasileira, de acordo com o levantamento realizado pelo TradeMap.
Maiores valorizações
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1. FII Tellus Properties (TEPP11)
Tipo: Lajes corporativas
Movimentação no período: +33,7%
2 / 5Foto: Vladimir Vasiliev/ Pexels
2. FII CSHG Imobiliário FOF (HGFF11)
Tipo: Papel
Movimentação no período: +27,1%
3 / 5
3. FII Bresco (BRCO11)
Tipo: Lajes corporativas
Movimentação no período: +25,4%