1. Início
  2. /
  3. Forbes Money
  4. /
  5. Yum Brands Vende Pizza Hut para a Empresa de Private Equity Longrange Capital por US$ 2,7 Bilhões
Forbes Money

Yum Brands Vende Pizza Hut para a Empresa de Private Equity Longrange Capital por US$ 2,7 Bilhões

Transação encerra anos de reestruturação da marca, que perdeu espaço para a rival Domino's e para aplicativos de entrega nos EUA

2 min

A Yum Brands anunciou nesta terça-feira (16) a venda da Pizza Hut para a empresa de private equity LongRange Capital.

A venda encerra anos de dificuldades para a Pizza Hut, que prejudicaram o desempenho financeiro da Yum.

Nos EUA, a rede de pizzarias passou do formato tradicional de restaurantes com serviço de mesa e buffets de saladas para se concentrar em delivery e retirada no balcão — ficando muito atrás da concorrência.

A rival Domino’s Pizza vem conquistando participação de mercado da Pizza Hut há anos; aplicativos de entrega terceirizados como o DoorDash também contribuíram para a queda nas vendas da rede. Em novembro, a Yum havia afirmado que estava explorando opções estratégicas para a Pizza Hut.

Os irmãos Dan e Frank Carney fundaram a Pizza Hut em 1958 em Wichita, Kansas. Um ano depois, já estavam vendendo franquias. Em 1969, a companhia abriu seu capital.

Apenas dois anos depois, tornou-se a maior rede de pizzarias do mundo, embora tenha perdido esse título em 2017 para a Domino’s.

O acordo rompe os laços de décadas da Pizza Hut com o Taco Bell e o KFC, suas marcas irmãs no portfólio da Yum! Brands.

A PepsiCo comprou a Pizza Hut em 1977, marcando a entrada da gigante de bebidas no ramo de restaurantes.

Em 1986, também era proprietária do Taco Bell e do KFC. Quando a Pepsi separou sua unidade de restaurantes em 1997, a holding foi batizada de Tricon Global Restaurants — posteriormente renomeada para Yum! Brands.

As ações da Yum! Brands subiram 1% após o anúncio.

Em meio à venda da Pizza Hut, Yum! anuncia recompra bilionária

Concomitantemente à aprovação das transações, o Conselho de Administração da Yum! aprovou uma autorização adicional de US$ 4 bilhões para recompra de ações.

Os recursos líquidos após impostos serão utilizados de acordo com a estratégia de alocação de capital da empresa, incluindo investimentos no negócio e retorno do capital excedente aos acionistas.

Ambas as transações deverão ser concluídas no terceiro trimestre de 2026, sujeitas às condições habituais de fechamento e aprovações regulatórias.

Assine Forbes. Inspire-se, lidere, conquiste. Ao se cadastrar, você concorda com nossa Política de Privacidade e com o uso de seus dados para fins de comunicação.