Além do Snapchat, YouTube e Twitter também tentam versões pagas

Na semana passada, a Snap, dona do Snapchat, lançou uma versão por assinatura do aplicativo, antes, outras redes já tentaram monetizar suas plataformas

Luiz Gustavo Pacete
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YouTube Premium foi uma das alternativas do YouTube como serviço monetizado

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Apesar de não ser popular no Brasil, o Snapchat segue como uma das principais redes sociais usadas nos Estados Unidos. Na semana passada, a Snap, dona do aplicativo, lançou uma nova versão paga. O objetivo é se afastar do mudo de receita dependente de publicidade.

A Snap, que havia anunciado a versão de assinatura, Snapchat +, no início deste mês, disse que a função estará disponível no Canadá, Reino Unido, França, Alemanha, Austrália, Nova Zelândia, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos.

Leia mais: Snap lança versão paga do aplicativo Snapchat

Os recursos iniciais da versão pagam incluem a capacidade de alterar o ícone do aplicativo e saber quem assistiu novamente a uma “história”. Assim como o Snapchat, outras redes sociais populares tentam escalar versões pagas. Em 2018, o YouTube anunciou duas versões pagas, o YouTube Premium e o YouTube Music Premium, ambos cobram uma assinatura mensal por conteúdo exclusivo.

O Twitter, por algumas vezes, também tentou cobrar de seus usuários. A última tentativa mora no Twitter Blue, liberado em junho de 2021, o serviço também permite alguns benefícios e exclusividades aos usuários dispostos a pagar pela plataforma.

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Leia mais: O que é fadiga do streaming e como ela já afeta a Netflix?

No caminho oposto

Se as redes sociais tentam não depender tanto da publicidade, a Netflix vem fazendo o caminho oposto. Em função da queda de número de usuários, no primeiro semestre de 2022, Reed Hastings, CEO da plataforma de streaming, admitiu que em breve será lançada uma versão gratuita da plataforma, porém, com anúncios.

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