1. Início
  2. /
  3. Forbes Life
  4. /
  5. 3 itens do desfile da Dior que prometem virar tendência
Forbes Life

3 itens do desfile da Dior que prometem virar tendência

O inverno 2024/25 criado por Maria Grazia Chiuri é inspirado nos looks sessentinha do início do prêt-à-porter da marca

3 min
Getty Images
Getty ImagesA Dior desfilou sua coleção de inverno 2024 no primeiro dia da Semana de Moda de Paris, nesta terça (27)

Conservar os códigos de feminilidade criados por Christian Dior, pensar o lugar da mulher na sociedade, conectar-se com a arte e enaltecer o legado da maison ao longo das décadas estão entre os pilares que sustentam o trabalho de Maria Grazia Chiuri na Dior.

Para o inverno 2024/25, desfilado na Semana de Moda de Paris, que começou nesta terça-feira (27), ela voltou os olhos para o fim da década de 1960, quando Marc Bohan estava no comando do estilo, e quando a linha Miss Dior nascia para dar conta do prêt-à-porter – Bohan foi o criador da linha A, que marcou o fim dessa década. Junto com o prêt-à-porter, apareciam as mulheres independentes, que começavam a sair de casa para ganhar o mercado de trabalho. Isso tudo resultou em um desfile de peças bem “sessentinha”, de linhas e cores elegantes, e com alguns itens que prometem virar tendência.

Veja as apostas da Dior para a temporada:

Onça

Onça é uma estampa clássica e muito chique. Quando é bem feita, é mais chique ainda! Caso desta coleção, em que a oncinha vai nos casacos e botas ao lado de outras estampas, como o quadriculado e o xadrez.

Franjas e brilhos

Não é comum ver elementos como franjas e brilhos nas coleções de Maria Grazia. Por isso, o item chama a atenção, em vestidos prontos para a festa.

Botas cuissard

As botas de cano bem longo vêm se mostrando uma tendência desta temporada. Elas evocam o sexy e também dão um certo peso ao look. Se você tem uma, hora de recuperar o item. Se não tem, fique de olho.

Em tempo: no quesito arte, a indiana Shakuntala Kulkarni foi convidada para assinar o cenário, composto de armaduras de junco, que funcionam como uma metáfora da restrição do corpo feminino nos espaços públicos. Já a artista italiana Gabriela Crespi é citada como referência para a coleção: inspiração para Marc Bohan à época, ela personificava essa mulher independente do fim dos anos 1960.

Leia também:

Donata Meirelles é consultora de estilo e atua há 30 anos no mundo da moda e do lifestyle.

Os artigos assinados são de responsabilidade exclusiva dos autores e não refletem, necessariamente, a opinião de Forbes Brasil e de seus editores.

Assine Forbes. Inspire-se, lidere, conquiste. Ao se cadastrar, você concorda com nossa Política de Privacidade e com o uso de seus dados para fins de comunicação.