Microsoft mira desenvolvedores de videogames

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A Microsoft pretende desafiar o domínio de computação em nuvem da Amazon

A Microsoft informou hoje (14) que está combinando elementos da divisão de videogames e da unidade de computação em nuvem Azure com foco nos desenvolvedores de jogos, que também estão sendo cortejados pelos serviços do mesmo tipo oferecidos pela líder da indústria, Amazon.

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A Microsoft informou que começará a lançar o Microsoft Game Stack, um grupo de serviços que permite aos desenvolvedores fazer coisas como hospedar jogos com múltiplos jogadores e combinar jogadores de níveis de habilidade similares.

Os serviços são projetados para funcionar com títulos jogados em qualquer dispositivo – incluindo aqueles com sistemas operacionais de concorrentes da Microsoft, como Apple e Google.

A Microsoft concorre com a divisão de serviços para web da Amazon para vender esses serviços em nuvem. Mas está no negócio de videogames com seu dispositivo Xbox desde 2001 e tem 64 milhões de usuários para seu serviço de jogos online Xbox Live.

A empresa também possui títulos como “Halo”, a franquia de ação de ficção científica para Xbox e Windows, além do “Minecraft”, um jogo popular em dispositivos móveis com sistemas operacionais da Apple e Google.

“Em qualquer dispositivo que você venha adquirir hoje, os jogos são quase certamente um dos principais negócios de engajamento e monetização nesse dispositivo”, disse Phil Spencer, vice-presidente de jogos da Microsoft, à Reuters. “Conforme olhávamos para nosso lugar no negócio de jogos e nosso lugar em coisas como o Azure e os outros serviços que a Microsoft oferece víamos cada vez mais sinergia.”

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A Microsoft enfrenta a concorrência no mercado de jogos da Amazon, que adquiriu o serviço de vídeo para jogos Twitch para permitir que os jogadores assistam uns aos outros jogando e a GameSparks, que fornece serviços de back-end para os criadores de jogos.

Um exemplo em que a Microsoft espera que a própria experiência de jogo valerá a pena é igualar jogadores de igual habilidade online, disse Mark Russinovich, chefe técnico da Azure. O serviço exige uma tecnologia chamada aprendizado de máquina, que a Microsoft refinou através do serviço Xbox Live ao longo dos anos, disse ele.


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