
A computação em nuvem está alimentando o mundo de hoje e sendo usada tanto por novos negócios, como uma empresa de tecnologia de foguetes, quanto por setores de longa data em campos tradicionais, como bancos e construtoras. Como trata-se de um processo colaborativo, no qual o trabalho é dividido, os dados são protegidos e o resultado é compartilhado com o mundo, tudo é possível quando feito na nuvem, aumentando a inovação não apenas na tecnologia, mas em todos os setores.
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Pelo terceiro ano consecutivo, a lista Cloud 100 da FORBES reconhece as melhores e mais brilhantes empresas de capital fechado do segmento. Compilada com a ajuda dos parceiros Bessemer Venture Partners e Salesforce Ventures, o ranking monitora empresas de capital fechado que usam a tecnologia, com base em métricas como receita e financiamento.
As empresas da Cloud 100 são campeãs em pequenos negócios e facilitadoras das multinacionais mais importantes do mundo, ajudando a gerenciar tudo, desde pedidos de restaurantes até as operações de campo de plataformas de petróleo no mar. Pelo segundo ano consecutivo, a lista é liderada pela Stripe, empresa de pagamentos online fundada por dois irmãos irlandeses, Patrick Collison e John Collison, e avaliada em US$ 9,2 bilhões. Em milhões de empresas de todo o mundo, a Stripe funciona como o kit de ferramentas online para pagamentos digitais, auxiliando bilhões em transações a retornarem à economia em clientes como Lyft, Target, Under Armour e Unicef.
Depois da Stripe, há grandes mudanças no Top 5 da lista deste ano. A segunda colocada da lista no último ano foi o Dropbox, que agora é uma empresa pública. Com isso, a Slack subiu para a vice-liderança no ranking atual, graças ao seu software de colaboração. A empresa de serviço de mensagens de vídeo Zoom Video Communications, e o fornecedor de segurança Tanium, substituem os destaques – agora empresa públicas – de 2017: DocuSign e Adyen. E a Procore, em uma categoria improvável – tecnologia de construção -, ficou em 5° lugar.
Há 27 recém-chegadas na Cloud 100 de 2018, lideradas pela UiPath, empresa de automação de processos robóticos, que ficou em 14° lugar. Outros novatos incluem a fabricante de ferramentas HashiCorp, em 32°, e a empresa de segurança de inteligência artificial, Darktrace, liderada por uma equipe de ex-pesquisadores e agentes do governo nos Estados Unidos e no Reino Unido, em 36°.
A Bay Area, em São Francisco, domina o novo levantamento, com 51 representantes entre as 100 empresas listadas – contra 48 no ano anterior. Nova York vem em seguida, com 11, enquanto Boston aparece na sequência, com quatro, empatada com Utah. A costa central da Califórnia, Los Angeles, Carolina do Norte e Seattle possuem três empresas cada. Internacionalmente, duas empresas do Reino Unido se juntam à lista, enquanto Estônia, Israel, Holanda e Suíça também tiveram seus representantes. Além disso, duas das companhias da lista, a InVision e a Zapier, operam sem nenhum escritório.
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A empresa mais bem colocada liderada por uma mulher é a Eventbrite, loja de ingressos para eventos, de Julia Hartz, cofundadora e CEO, que ocupa a 10a posição. A empresa pode não continuar por muito tempo no ranking, já que entrou com pedido de abertura de capital na bolsa de valores.
As principais categorias da Cloud 100 em 2018 foram Infraestrutura & Ferramentas de Desenvolvimento (15); Vendas e Suporte (12); Segurança (12); Dados & Análises (11); Colaboração e Trabalho (9). As empresas do Top 20 incluíram 10 das 12 categorias, lideradas por Segurança e Dados (4) e Análises (4).
E, embora a categoria Dados & Análises tenha sido apenas a 4ª mais representada, foi nela que os investidores aportaram a maior parte de seus recursos. As empresas dessa categoria foram alvo de financiamentos combinados de US$ 3,93 bilhões.
Veja, na galeria de fotos a seguir, as 30 melhores empresas de computação em nuvem (de capital fechado) em 2018 segundo a Cloud 100: