Diageo e Apothek se unem para série de colaborações de coquetéis engarrafados

Divulgação
Primeiro drinque tem o nome de Pink Me Up!, e leva tequila e rum; garrafa serve quatro coquetéis

A pandemia do novo coronavírus tem acelerado a consolidação de uma série de tendências de consumo no mundo gastronômico, seja compra de vinho no e-commerce ou delivery de pratos para finalizar em casa. Os coquetéis engarrafados entram também neste rol, sendo uma saída para bares que tiveram de fechar as portas com as restrições impostas para o combate à disseminação da Covid-19 no país.

Nessa esteira, o Apothek Cocktails & Co., do bartender Ale D’Agostino, e Diageo Reserve, portfólio premium da fabricante de bebidas, uniram-se para desenvolver e lançar –em parceria com bares renomados– uma série de drinques colaborativos engarrafados. O primeiro da linha, Pink Me UP!, foi feito ao lado de Fabio La Pietra, que comanda o balcão do SubAstor. De cor rosa intensa e sabor equilibrado, o drinque é um milk punch, que usa técnica elaborada de extração de notas sensoriais de frutas. A receita leva abacaxi, limão-taiti e açaí, além de tequila, rum e bitters. Segundo D’Agostino, o coquetel pode ser tomado puro (em copo baixo, com gelo grande e lasca de laranja) ou com um pouco de água tônica ou espumante (uma quantidade que não dilua o drinque).

LEIA MAIS: Por que o vinho é a bebida da quarentena

A ideia é lançar um coquetel diferente a cada 15 dias. Já estão na linha de produção parcerias com casas como 212, Komah e Balaio, além de uma collab com Tai Barbin, do Rio de Janeiro. Cada garrafa serve quatro drinques e custa R$ 98, com entrega em todo o país via iFood. Segundo Rodrigo Benez, cofundador do Apothek, a ideia vem como “incremento de faturamento, mas abre um leque de possibilidades imenso”.

O faturamento das colaborações –a produção de cada coquetel deve ser de cerca de 130 litros– será dividido igualmente entre as casas participantes. “Nossa ideia não é escalar a produção, mas sim ser referência e quebrar novos paradigmas”, diz.

De acordo com Benez, o mercado de coquetéis engarrafados ainda não tem números consolidados, mas é uma realidade e deve crescer. “Eles vão agregar à cultura de beber como forma de relaxar e não canibalizar o balcão”, finaliza.

Para os cervejeiros
A editora Blucher está lançando a primeira edição em português do “Guia Oxford da Cerveja” (R$ 180). Obra de referência abrangente de Garrett Oliver, autor e renomado mestre-cervejeiro, o livro conta com mais de mil verbetes e abrange história, detalhes de produção e tipos da bebida, de grandes a nano cervejarias.  edição brasileira ficou a cargo de Iron Mendes, fundador e CEO da Maniacs Brewing Co e da Brooklyn Brazil.

Leilão estrelado
O Guia Michelin vai promover no Brasil, no início de junho, em parceria com a Sold Leilões, um leilão online com itens, experiências e jantares exclusivos pós-isolamento social com os chefs e restaurantes selecionados na sua quinta edição. O objetivo é ajudar os 165 estabelecimentos listados, muitos deles fechados, a manterem suas equipes. Os valores arrecadados serão repassados integralmente às casas.

Charcutaria
A Cava – Charcutaria Escola, que ensina a arte de embutidos e defumados há quatro anos, está lançando conteúdos online inéditos e gratuitos sobre charcutaria todas as terças-feiras. Entre as mais de 40 aulas disponíveis, é possível acessar “Quais os equipamentos e insumos necessários para dar os primeiros passos” e “Como iniciar corretamente na arte da charcutaria”, entre outros.

Siga FORBES Brasil nas redes sociais:

Facebook
Twitter
Instagram
YouTube
LinkedIn

Inscreva-se no Canal Forbes Pitch, no Telegram, para saber tudo sobre empreendedorismo: .

Baixe o app da Forbes Brasil na Play Store e na App Store.

Tenha também a Forbes no Google Notícias.

Copyright Forbes Brasil. Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução, total ou parcial, do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, impresso ou digital, sem prévia autorização, por escrito, da Forbes Brasil ([email protected]).