1. Início
  2. /
  3. Forbes Money
  4. /
  5. Vale, Copel e Prio são as ações mais recomendadas para junho
Forbes Money

Vale, Copel e Prio são as ações mais recomendadas para junho

A mineradora conquistou o primeiro lugar no ranking elaborado pela Forbes; bancos também se destacam

3 min
GETTY IMAGES
GETTY IMAGESVale, Copel e Prio são as ações mais recomendadas para junho

A Vale (VALE3) conquistou o primeiro lugar no levantamento da Forbes das melhores ações para investir em junho. Entre as 11 carteiras sugeridas por corretoras, casas de análises e bancos, sete incluíram a ação da mineradora em suas recomendações.

Os especialistas apontam que a Vale enfrentou eventos pontuais no início do ano, como chuvas intensas que afetaram as exportações do Sistema Norte e a antecipação de serviços de manutenção, o que elevou os custos da empresa.

No entanto, espera-se que os fundamentos do mercado de minério de ferro melhorem nos próximos meses, impulsionados pelo aumento da demanda na China e pelos baixos estoques na Ásia. A Vale deve se beneficiar diretamente desse ambiente positivo, com forte geração de caixa e perspectivas de boa remuneração aos acionistas.

“O valuation parece atraente, em 2,7x o múltiplo EV/Ebitda para 2023, um amplo desconto de quase 25% para os pares australianos e contra as 5,0x que veríamos como justo nesta etapa do ciclo econômico global”, avalia a Ágora Investimentos, corretora do Bradesco, que recomenda compra com preço-alvo de R$ 120.

O segundo lugar do ranking foi um empate entre a petrolífera Prio (PRIO3), antiga PetroRio, e a empresa de eletricidade Copel (CPLE3), com cinco indicações cada.

A Prio chama a atenção dos especialistas pela sua “excelente” rentabilidade, com um aumento de 22,15% nos últimos 12 meses. Seu modelo de negócios é voltado para a exploração de campos maduros de petróleo e gás.

“Além disso, a commodity tem por si só uma certa estabilidade de preço, já que o mundo ainda não sabe viver sem petróleo”, analisa Leandro Petrokas, diretor de research da Quantized.

Leia Também: 

No caso da Copel, há expectativas de privatização da estatal paranaense. No fim de 2022, o Estado do Paraná, acionista controlador, manifestou a intenção de transformar a estatal em uma corporation por meio de uma oferta pública de ações. O próximo passo é a aprovação do modelo de desinvestimento e do preço mínimo pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE).

“Em um eventual cenário de privatização o risco-retorno das ações se torna ainda mais atraente, dado que estimamos um preço-alvo para a companhia privatizada de R$10 por ação. Embora nesse caso vejamos pouco espaço para melhorias nos indicadores operacionais e redução do PMSO, a companhia como estatal ainda apresenta limitações que podem ser otimizadas após a privatização”, avaliou a XP Investimentos.

Veja o ranking completo:

Assine Forbes. Inspire-se, lidere, conquiste. Ao se cadastrar, você concorda com nossa Política de Privacidade e com o uso de seus dados para fins de comunicação.