Amazon quer que juiz bloqueie contrato da Microsoft com Pentágono

Empresa planeja registrar uma moção para uma ordem de restrição temporária em 24 de janeiro.

Redação, com Reuters
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A Amazon culpou Donald Trump por exercer “pressão imprópria” e preconceito que levaram a concessão do contrato à Microsoft

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A Amazon pedirá a um juiz que bloqueie temporariamente a Microsoft de trabalhar em um contrato de computação em nuvem de US$ 10 bilhões com o Pentágono, informou um documento ontem (13).

A Amazon, que era vista como favorita para o contrato, planeja registrar uma moção para uma ordem de restrição temporária em 24 de janeiro e um tribunal federal emitirá sua decisão em 11 de fevereiro, de acordo com o documento.

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A gigante do comércio eletrônico culpou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, por exercer uma “pressão imprópria” e preconceito que levaram o Departamento de Defesa dos EUA (DoD) a conceder à Microsoft o contrato da Joint Enterprise Defense Infrastructure Cloud (JEDI).

O Departamento de Defesa manteve sua decisão, com o secretário Mark Esper rejeitando qualquer sugestão de viés e dizendo que a decisão foi conduzida de forma livre e justa, sem nenhuma influência externa.

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O contrato JEDI faz parte de uma modernização digital mais ampla do Pentágono, destinada a torná-lo mais ágil tecnologicamente. Especificamente, um objetivo do JEDI é oferecer aos militares melhor acesso aos dados e à nuvem a partir de zonas de guerra e outros locais remotos.

A Microsoft não fez um comentário sobre a intenção da Amazon de registrar a moção. A Amazon não respondeu a um pedido de comentário e o Departamento de Defesa não pôde ser encontrado imediatamente.

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