O que aprender com a chegada da Amazon ao US$ 1 tri

Ao longo da trajetória, resultados ruins foram motivação para Jeff Bezos.

Tom Taulli
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A Amazon.com se tornou uma empresa de US$ 1 trilhão

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Em 1994, Jeff Bezos deixou seu emprego bem remunerado em Wall Street e foi para Seattle, onde montou um plano de negócios. O nome original do empreendimento era “Cadabra”, mas seu advogado achou que remetia a cadáver.

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No início da última semana, a Amazon.com se tornou uma empresa de US$ 1 trilhão (embora, desde então, a avaliação tenha caído abaixo desse limite, já que as ações de tecnologia sofreram alguma pressão ao longo dos últimos diass).

“Do serviço Prime ao EC2 e Alexa, a Amazon é mais do que apenas uma empresa, ela está integrada em nossas vidas”, disse Howard Lerman, fundador e CEO da Yext. “É difícil imaginar a vida sem a Amazon.”

No entanto, olhando para trás, o sucesso estava longe de ser garantido. Ao longo da jornada de Bezos, ele tomou muitas decisões ruins, que custaram bilhões de dólares. Em 2001, a Amazon.com estava perto de um ponto de ruptura, já que o preço das ações despencou para um dígito. Contudo, isso foi apenas uma motivação para Bezos trabalhar ainda mais.

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Então, quais são as lições que podemos tirar dessa trajetória? Existem, claro, muitas. Veja, na galeria de fotos abaixo, 5 aprendizados que podemos tirar da trajetória da Amazon segundo o ponto de vista de alguns empreendedores:

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    Corra grandes riscos – Matt Cohen, CEO e cofundador da GRAND

    “Ideias disruptivas são inúteis – a menos que o fundador tenha coragem de transformá-las em realidade. A Amazon está em US$ 1 trilhão por causa de Jeff Bezos. Em vez de pensar que era arriscado deixar seu emprego em Wall Street, ele é famoso por pensar que o risco muito maior era viver com o arrependimento de não dar este salto. Grandes empreendedores têm confiança suficiente em si mesmos para saber que o maior risco é não arriscar.

    Ideias massivas e verdadeiramente perturbadoras quase sempre parecem loucas no início, mas são dolorosamente óbvias em retrospectiva. Apenas 20 anos atrás, a maioria das pessoas pensava: ‘Tudo bem comprar um livro ou dois de maneira online, mas roupas, comida e carros? Nunca. É muito mais fácil ir ao shopping’. Anos depois, a Amazon vale US$ 1 trilhão, enquanto grandes varejistas vão à falência quase todos os dias e 25% de todos os shoppings devem fechar nos próximos cinco anos.”

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    Comércio sem atrito – Tomer Tagrin, CEO e co-fundador da Yotpo

    “O comércio sem atrito abre caminho para a lealdade. A Amazon aprendeu desde cedo que tornar o processo fácil de transacionar é o primeiro passo para construir um relacionamento. Os empreendedores precisam lembrar que, para manter os clientes voltando para mais compras, como faz a Amazon brilhantemente, a experiência tem que agregar valor, seja diminuindo o custo (frete grátis), seja melhorando o contato com a marca (conteúdo de qualidade livre). Os extras ‘devolvem’ algo ao consumidor e elevam a operação de transações simples e únicas para contatos profundos de relacionamento que podem levar as marcas a passar da menor maneira possível pelos inevitáveis ​​erros do serviço ao cliente.”

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    Não faça esforços parciais para vários mercados – Craig Hinkley, CEO da WhiteHat Security:

    “Embora a visão de Bezos fosse, desde o começo, fazer da Amazon uma ‘loja de tudo’, ele começou com um foco muito estreito: livros. Seu sucesso esmagador como distribuidor levou a novas oportunidades em outros mercados de varejo. E sua impressionante reputação e os recursos como uma empresa de tecnologia permitiram que se aventurasse nos serviços de computação em nuvem B2B. Mas esta foi uma construção lenta, que começou em meados dos anos 1990 e que continua progredindo. Não teria sido possível sem o compromisso da empresa com a excelência em todos os espaços, estabelecendo-se como um nome familiar de confiança repetidas vezes.”

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    Seja decisivo – Ziv Kedem, CEO da Zerto:

    “Tome decisões e seja firme em relação a elas. Corrija o curso conforme a necessidade, de maneira oportuna. As dores do crescimento sempre farão parte do jogo, e isso já é esperado, mas não deixe que pequenos contratempos o atrapalhem. Seja agressivo, invista no desenvolvimento e fique de olho no gasto de dinheiro. Startups que utilizam dinheiro de capital de risco podem sofrer de perda da realidade, por isso, seja vigilante à medida em que cresce e amadurece, além de construir e trabalhar com uma equipe de liderança confiável para fazer investimentos estratégicos onde for mais importante.”

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    Criação de uma solução complementar – Nir Polak, CEO da Exabeam:

    “O início da Amazon como uma livraria online foi apresentado como uma solução complementar para as livrarias físicas estabelecidas, que ainda não haviam se mudado para o espaço do comércio eletrônico. Isso estabeleceu a credibilidade da empresa de Bezos e fez do site um nome familiar. A ideia é procurar uma lacuna na oferta já existente e criar algo que a aumente e melhore.”

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Corra grandes riscos – Matt Cohen, CEO e cofundador da GRAND

“Ideias disruptivas são inúteis – a menos que o fundador tenha coragem de transformá-las em realidade. A Amazon está em US$ 1 trilhão por causa de Jeff Bezos. Em vez de pensar que era arriscado deixar seu emprego em Wall Street, ele é famoso por pensar que o risco muito maior era viver com o arrependimento de não dar este salto. Grandes empreendedores têm confiança suficiente em si mesmos para saber que o maior risco é não arriscar.

Ideias massivas e verdadeiramente perturbadoras quase sempre parecem loucas no início, mas são dolorosamente óbvias em retrospectiva. Apenas 20 anos atrás, a maioria das pessoas pensava: ‘Tudo bem comprar um livro ou dois de maneira online, mas roupas, comida e carros? Nunca. É muito mais fácil ir ao shopping’. Anos depois, a Amazon vale US$ 1 trilhão, enquanto grandes varejistas vão à falência quase todos os dias e 25% de todos os shoppings devem fechar nos próximos cinco anos.”

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