Ibovespa sobe na última sessão de 2021, mas fecha ano em queda de quase 12%
O dólar subiu mais de 7% em um ano nublado por temores fiscais; as eleições presidenciais e o Fed são riscos para 2022
O dólar subiu mais de 7% em um ano nublado por temores fiscais; as eleições presidenciais e o Fed são riscos para 2022
O dólar fechou o penúltimo pregão do ano em forte alta contra o real, em movimento exacerbado pela baixa liquidez
Já o dólar fechou praticamente estável contra o real, em sessão sem grandes catalisadores e de baixa liquidez
As ações de tecnologia demonstram recuperação após queda de ontem, com a Intel (INTC) subindo 5,35%
O PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro do terceiro trimestre, que registrou queda de 0,1%, também mexeu com o mercado
Dólar recuou e fechou abaixo dos R$ 5,60, mas longe das mínimas do dia, que viu a moeda norte-americana se valorizar no exterior
Queda do preço do minério de ferro na China levou a quedas nas ações das principais siderúrgicas brasileiras
Índice acumula perda de 6,6% em outubro, pior mês de 2021; desde o início do ano, Ibovespa já caiu 13,03%
Aumento da taxa de juros foi visto por analistas como insuficiente diante dos persistentes riscos fiscais e inflacionários
IPCA-15, considerado uma prévia da inflação oficial, registrou o maior resultado para outubro dos últimos 26 anos
Ações da petrolífera se valorizaram após anúncio de reajuste dos preços dos combustíveis
Repercussão de planos para driblar teto de gastos levou a Bolsa a acumular queda de 7,28% na semana e de 10,68% neste ano
Anúncio de aumento de 20% nos benefícios pagos pelo Bolsa Família reforçou receio de descumprimento do teto de gastos
Lojas Americanas foram destaque com alta de mais de 20% após anúncio sobre possível fusão antes de listagem na Nasdaq
Venda de lojas Extra Hiper pelo GPA ao Assaí repercutiu no setor varejista e levou Magazine Luiza e Americanas a fecharem em alta
Autarquia injetou liquidez no mercado de câmbio pelo segundo dia consecutivo, mas não conseguiu conter avanço da moeda
Banco Central injetou US$ 1 bilhão no mercado de câmbio para conter valorização do dólar, que chegou a R$ 5,5743
Projeção para inflação em 2021 subiu pela 27ª vez seguida, mostrou Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira
Bolsa perdeu fôlego no fim do pregão e fechou com pequeno avanço de 0,02%, a 110.585 pontos, sob o peso de incertezas fiscais no Congresso
Inflação persistente e incertezas fiscais pesaram sobre o índice, que não acompanhou a forte recuperação das bolsas internacionais
Os principais índices dos EUA tiveram baixas diante do impasse no Congresso sobre o teto da dívida do governo federal
Bons resultados em testes de remédio experimental para tratamento da Covid-19 produzido pela Merck impulsionaram os mercados
Bolsa brasileira acumulou queda de 6,68% em setembro, o terceiro mês negativo consecutivo; dólar fechou acima dos R$ 5,45, mesmo após leilão de swaps do BC
O IGP-M, um dos principais indicadores da inflação, caiu 0,64% em setembro, praticamente compensando o avanço de 0,66% visto em agosto
Dólar fechou no maior patamar em quase cinco meses, impulsionado pelo aumento da rentabilidade dos títulos do tesouro dos EUA
Dólar fechou em alta, em movimento contrário ao de moedas de países emergentes, sob o impacto da situação política doméstica
Reuniões dos bancos centrais dos EUA e do Brasil, assim como a crise da incorporadora chinesa Evergrande, ditaram o desempenho das bolsas mundiais
O dólar fechou esta quinta-feira com leve alta de 0,09%, a R$ 5,3086 na venda, com notícias fiscais domésticas pesando sobre o câmbio
Banco Central dos EUA indicou que pode reduzir seu programa de compra de títulos em novembro diante da recuperação econômica
Risco de calote da chinesa Evergrande contaminou mercados, e queda nos preços das commodities afetou ações de grandes companhias brasileiras
Bolsa brasileira acumulou perda de 2,3% na semana e 8,18% no mês sob impacto do atual cenário fiscal e da desaceleração da economia chinesa